Resumen
Até o início a segunda década dos anos 2000, no Brasil, não houveram trabalhos acadêmicos de pós-graduação que assumissem o pensamento de libertação latino-americano como ponto de partida ou objeto de estudo em instituições de ensino e pesquisa não confessionais – talvez pela proximidade com a religião católica, que interpretada de um ponto de vista de tradições acadêmicas modernas europeias, aparece como sinônimo de “atraso” ou tradicionalismo pré-moderno. Todavia, na segunda metade do século XX, emerge na América Latina uma intensa produção de conteúdo em ciências sociais influenciados pela teologia da libertação, mas não necessariamente confessionais. Esta produção em diferentes campos de conhecimento passa a ser compreendida sob a alcunha de pensamento de libertação.
Referencias
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